Dimorfismo sexual dos hamsters

Dimorfismo sexual dos hamsters

Uma das coisas que mais nos preocupa normalmente quando adquirimos um hamster é o seu sexo. O facto de ser macho ou fêmea define o nome que podemos baptizar o nosso hamster como também o comportamento que terá com hamsters em qualquer altura da sua vida. Cada sexo traz as suas vantagens e desvantagens, pelo que é importante para nós sabermos com que tipo de hamster estamos a lida.

É perfeitamente normal quando adquirimos um hamster numa loja de animais ou adoptamos um de um amigo que confiemos quando nos dizem que o exemplar em questão é macho ou fêmea, mas na via das dúvidas é bom sabermos distinguir.

Por esse motivo na continuação vamos falar um pouco sobre o dimorfismo sexual dos hamsters em geral, para que tu próprio possas ver as diferenças entre cada tipo de hamster.

Diferenças físicas (dimorfismo sexual)

Como o título indica, o dimorfismo sexual são as diferenças físicas existentes entre um macho e uma fêmea. Antes de mais queremos dizer que é mais difícil detectar as diferenças de um macho para uma fêmea quando se tratam de hamsters muito novinhos, por isso o dimorfismo é só visível numa fase adulta.

Por norma, um hamster macho é maior do que uma fêmea. Tendo a noção que um exemplar é macho ou fêmea, é possível comparar o tamanho com outros hamsters. Isto é mais eficaz quando sabemos a idade dos exemplares em questão.

As fêmeas por sua vez são hamsters normalmente mais “arredondadas” do que os machos, que são mais delgados. As ancas nos machos por vezes também são mais amplas, pela presença de testículos.

É completamente errado pensar-se que a cor de um hamster sinaliza o género, pois dois hamsters da mesma raça podem ter exactamente a mesma coloração de pêlo. Não existem quaisquer indicativos no pêlo que possam determinar o sexo.

Distâncias anogenital

Este é o método mais popular entre os criadores de hamsters para distinguirem o género de um exemplar hamster. Mantendo um hamster de barriga para cima podemos observar toda a sua zona genital.

Independentemente que os machos mostrem testículos ou não (por estarem ainda retraídos), há uma forma muito simples de identificar o género: pela distância entre os dois orifícios.

Mesmo não conseguindo ver um pénis no caso dos machos, conseguimos detectar um pequeno orifício. Estando esse orifício a uma distância de 1 a 1,5 cm do ânus, o segundo orifício do animal, então estamos diante um macho.

No caso das fêmeas a vulva está praticamente junta ao próprio ânus, não havendo essa distância significativa. Dependendo das espécies e do tamanho do animal, a distância entre os dois orifícios pode ser maior ou menor, no entanto enquanto nos machos há sempre uma certa distância, o mesmo não acontece nas fêmeas.

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